A ALIANÇA QUE A CHINA NÃO QUER QUE VOCÊ VEJA !
| Brasil + Argentina e os Minerais Críticos Enquanto a Ganfeng Lithium e a CATL avançam para controlar o lítio argentino com aportes de bilhões de dólares, o Brasil mantém 93% da produção mundial de nióbio.
Juntos, os dois países possuem uma complementaridade quase perfeita em minerais críticos — lítio, nióbio, grafite e terras raras — além de recursos estratégicos no fundo do mar. Neste vídeo, mostro como o precedente histórico da ABACC (Agência Brasileiro-Argentina de Contabilidade e Controle de Materiais Nucleares), criada em 1991, pode servir de modelo para um novo mecanismo binacional de soberania no século XXI.
Você vai entender:
• Por que a China está verticalizando toda a cadeia de lítio na Argentina (Ganfeng, CATL, joint ventures bilionárias)
• Como Brasil e Argentina já provaram que é possível construir confiança técnica mesmo em contextos de rivalidade histórica e turbulência política
• O potencial esquecido do Rio Grande Rise: crostas de ferromanganês ricas em cobalto, níquel, manganês e terras raras
• 4 recomendações concretas para criar um mecanismo binacional de minerais críticos e tecnologias estratégicas inspirado na ABACC, mas ampliado para a Amazônia Azul e o Atlântico Sul A soberania não se declara.
Ela se constrói com instituições sólidas, complementaridade real e visão de longo prazo.
Se você acredita que o futuro dos minerais críticos da América do Sul pode (e deve) ser decidido em Brasília e Buenos Aires — e não apenas em Pequim —, curta, comente e compartilhe este vídeo.
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Comente abaixo: você considera viável hoje um “ABACC 2.0” para minerais críticos e recursos do Atlântico Sul?
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