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Irmã de Joesley e Wesley Batista comprou a única mina de potássio do Brasil. E a soberania alimentar?

A única mina de potássio em operação no Brasil mudou de mãos.

Quem comprou foi Valere Batista, irmã de Joesley e Wesley Batista.

Enquanto a Mosaic (americana) saía vendendo ativos estratégicos, capital ligado a uma das famílias mais poderosas do agronegócio brasileiro entrava.

Isso não é só uma venda de mina.

É uma tomada de poder sobre um elo crítico da soberania alimentar do Brasil.

Neste vídeo eu detalho:

• Por que a Mosaic começou a vender ativos quase um ano antes de usar o enxofre como justificativa

• Quem está comprando os ativos estratégicos (família Galvani e Valere Batista)

• A lógica do capital de curto prazo versus capital com apetite por poder industrial

• A dupla dependência do Brasil: 96% de importação de potássio + controle estrangeiro nos projetos domésticos

• O Projeto Autazes (maior reserva de potássio do país) sob controle de empresa canadense

• O que disseram Enéas Carneiro, Bolsonaro e Aldo Rebelo sobre soberania e insumos estratégicos

• O plano concreto que o Brasil precisa para tratar fertilizantes como infraestrutura de soberania

O Canadá é o maior exportador mundial de potássio.

Rússia e Belarus continuam relevantes, mas vulneráveis a sanções.

A China avançou como fornecedor.

E o Brasil continua importando o que possui em grande quantidade no próprio território.

Quem controla o potássio controla parte da soberania alimentar.

⏱️ Capítulos:

00:00 – Abertura

01:20 – O ativo e a vulnerabilidade

03:10 – Como a Mosaic saiu e quem entrou

05:00 – Lógica do capital e mapa dos fornecedores

07:20 – A dupla dependência

09:30 – Concentração e risco real

11:40 – O que o Brasil precisa fazer

13:00 – Plano operacional detalhado

16:00 – Fechamento

No próximo vídeo eu detalho o Projeto Autazes e o que ele representa para a soberania brasileira.

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